Bobby

PASSATEMPO Cinéfilos

JÁ TEMOS VENCEDORES!!!

Bobby é uma história ficcionada sobre várias pessoas cujas vidas se intersectam nas horas antecedentes e decorrentes do assassinato do Senador Robert F. Kennedy, no Hotel Ambassador em Los Angeles. Um homem juntou-os, um momento separou-os.

A Weinstein Company, a Castello Lopes Multimédia e o Cinéfilos têm convites para lhe oferecer.

Lisboa: 30 Janeiro,Cinema São Jorge, 21h30 - 20 convites
Porto: 30 Janeiro,UCI Arrábida Shopping, 21h30 - 20 convites

Para ganhar um destes convites, só tem que responder correctamente à primeira pergunta e encontrar uma criativa para a segunda.

1. Quem realizou o filme "Bobby"?
Resposta Correcta: Emilio Estevez

2. O que faria para evitar que um amigo fosse para a guerra?
Respostas Vencedoras:

Lisboa

Sejam quais forem os motivos para a guerra (religiosos, étnicos, ideológicos, económicos ou territoriais) nada a justifica. Eu fugia com o meu amigo para outro país. A menos que a guerra for de almofadas! Aí cada um que segure a sua arma e vamos à luta!
Cláudia Alexandra Pen de Oliveira Freitas

Arranjava-lhe uma noiva brasileira para ele casar, obter a dupla nacionalidade e viajar para o Brasil onde, há semelhança da Fátima Felgueiras, iría medir forças com o sol de Copacabana!!
Maria Rosário ascensão Costa

Apresentava-lhe a minha irmã.. ele por amor deixaria de ir para a guerra.. :)
Carlos Manuel Dos Santos Andrade

Convidava-o para dar uma volta ao mundo passando por várias culturas do terceiro mundo como alguns povos da América do Sul e de África.
Diogo Castro Pereira

Simulava um acidente da família dele.
Álvaro Luís Aragonez Reis Vieira Gomes

Tudo, seria Presidente, acabava com a guerra, engatava o oficial responsável ou oferecia-me para ir por ele.
Maria João Amaro Sernache

Ajudava-o a passar por maluco e corroborava a estória toda...e já agora passava por maluco também.
Pedro Miguel Ramos Palrão

Andava nú em frente à Assembleia da República.
André Vieira Silva Carvalho

Fazia uma manifestação anti-guerra.
Carlos Jorge T. Fernandes

Tentaria chamá-lo à atenção dos riscos que iria correr... se não chegasse chamá-lo à razão, amarrava-o a uma cadeira até ao dia da partida passar.
Elisabete Martins de Oliveira

Dizia-lhe que a vida dele não servia para resolver questões políticas.
Cisbelia Vicente

Levá-lo-ia ao lar dos deficientes das Forças Armadas para que ao ver aqueles "farrapos humanos" sofrendo de deficiências físicas e de stress post-traumático pensasse se era o futuro que pretendia para si próprio.
Mª do Carmo G. M. Pereira

Fechava-o na cave.
Fernanda Maria Valente Matias

Diria-lhe que tinha uma doença grave e que estava em fase terminal.
Paula Sofia Barrau Lourenço

Provavelmente mostrava-lhe as fotografias de todos os que já morreram na guerra.
Fátima Andreia Nascimento Almeida

Barricava-o na minha casa, mostrava-lhe 100 filmes sobre guerra e depois desta lavagem cerebral, ele de certeza que desistia de livre vontade.
Patrícia Maria Miranda Ferreira

Faria como se faz nos filmes filme encenaria a sua morte de modo a que ele saísse de circulação e deixasse de ser elegível.
Tânia Patrícia Cruz Palma Diniz

Por muito amigo que fosse teria que o magoar para ele não ir para a guerra, talvez um pontapé no joelho!?
Mafalda Vaz Pinto Cassiano Neves

Acho que era fácil convencer um amigo meu da estupidez que é fazer parte de uma guerra
Elizabete Iolanda da Silva Guedes

Ajudava-o a refugiar-se numa ilha paradisíaca até a guerra acabar. E até me oferecia para lhe fazer companhia.
Nuno Filipe Tavares

Porto

Roubar-lhe-ia os atacadores.
Fernando Rodrigo Loureiro Paiva Valente

Pagava-lhe uma operação de mudança de sexo.
Maria de Lurdes Soares Ferreira Valente

Faria prova da sua insanidade mental
Rosa Felisbela Nogueira de Sousa

Ensinava-o a tocar um instrumento para ele ser enviado para a banda do exercito.
Carlos Miguel Ferreira Valente

Dava-lhe um tiro no pé para ele ir parar ao hospital e passar à reserva.
Clara Maria Pinto Oliveira

Partia-lhe uma perna e se não fosse suficiente a outra também
Fernanda Maria Ramos Ferreira

Lá teria eu de lhe bater, de modo a ficar internada no hospital. Em nome da amizade.
Joana Pinto dos Santos

Depende dos amigos. Há alguns "amigos" que até lhes pagava o bilhete :)
Filipe Miguel Graça Gomes

fugiria com ele para um novo país, pois ninguém deverá impedir de fazermos o que a consciência manda.
Elisabete de Sousa Coelho

Ajudava-o a fazer-se passar por incontinente! Ouvi dizer que assim não se vai pra guerra!!
Joana Catarina Bessa Cruz

Raparia o cabelo (de que tanto gosto) e oferecer-lho-ia para servir como peruca. Depois, só precisava de uns sorrisos cobertos de baton, de desfazer a barba e... de não abrir a boca!
Susana Araujo Ferreira Fraga

Levava-o à loucura para ser dado como inapto por razoes psiquiátricas..
Nuno Miguel Gomes Dias

Assaltava um banco com ele para ver a guerra na cadeia
Pedro Miguel Silva de Jesus

Via com ele o \"Apocalypse Now\".É um filme que faz sentir a insanidade, o horror e dilema moral da guerra. É uma viagem alucinante ao universo paranoico da guerra.
Sónia Alexandra Rocha Martins

Fazia-lhe ver que um herói morto não pode usufruir do bom qu e vida têm.
Ricardo Augusto Resende Esteves

Atropelava-o, assim já não poderia ir para a guerra.
Jacinta Pinheiro Póvoa

Alistava-me com ele, assim poderia zelar pela sua segurança e tratar dele caso ficasse ferido.
Paula Cristina Pinheiro Póvoa

raptava-o!:
Sílvia Peão

Pedia-o em casamento em frente ao General com direito a anel de noivado e tudo!
Eduardo Jorge Nunes Lourenço

Nada. Cada um tem as suas crenças e convicções e por isso se ele acreditasse mesmo que era o melhor a fazer e que era um dever dele, só me restava dar-lhe todo o meu apoio e rezar por ele todos os dias.
Maria Manuela Louro Oliveira Azevedo Ferreira


Estreia 01 Fevereiro


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